O leilão na Justiça do Trabalho de terrenos da Francana, ocorrido no dia 8 de novembro, gerou revolta no clube. Foram arrematados 11,25% do patrimônio da agremiação. Isto forçou o conselho deliberativo, em conjunto com a diretoria-executiva, a decidir anunciar que venderá a sede no Centro. Assim o clube quitaria suas dívidas e construiria em uma nova área, na periferia, outra sede.
O departamento jurídico da Veterana tenta embargar as aquisições judiciais. O argumento é de que as vendas foram feitas a um preço muito inferior ao de mercado. Na Justiça, o metro quadrado foi avaliado em R$ 70, enquanto o clube defende que o correto seria algo em torno de R$ 300 a R$ 400. A decisão judicial sobre o recurso só deve acontecer em janeiro.
A Diocese de Franca foi o segundo maior arrematante desse leilão. Comprou 4,25% (969 m2) do terreno total, no valor de R$ 69.432,68. O primeiro foi Sérgio Valletta Belfort, que arrematou 6% (1368 m2), por R$ 115.380,00.
Há outro leilão já com data marcada. No próximo dia 31 de janeiro serão ofertados três lotes na Justiça Federal, referente a cobranças feitas pelo INSS. (Rodolfo César)
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