A família Gracie


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Hélio Gracie, o patriarca do jiu-jitsu, morreu em 1994, com 94 anos. Sempre foi um homem humilde de conduta elogiada. Devemos a ele, sem dúvida, o engrandecimento de um esporte que chegou ao Brasil, em 1910, via Belém do Pará. Nessa época cinco japoneses chegaram ao Brasil e lutaram muitas vezes contra estivadores paraenses, sempre com vitórias. Tinham uma técnica apurada e destacava-se o Yamamoto Maida. Foi lá, em Belém, que Carlos Gracie começou a sua caminhada de consagração nesse esporte. Tomou aulas de Maida, e só perdia dele. Seu irmão Hélio o acompanhava sempre. A viagem de Carlos Gracie para o Rio foi importante. Com os irmãos Gastão, José e Hélio, Carlos montou uma academia. Hélio passou a ser o destaque e virou figura mundial nessa modalidade. Ele dizia: "o verdadeiro lutador não deve usar a luta contra os mais fracos..." Se vivo fosse, estaria feliz com a maioria do Gracie, como Rickson, Robson e todos outros. Agora estaria chorando pelo que fez Ryan Gracie dias atrás, acabando morto em uma delegacia de São Paulo. O exame de urina deu resíduos de cocaína, maconha e outros alucinógenos. Perdeu a cabeça e foi preso, completamente transtornado. O seu coração não agüentou. Ryan pode não ter sido um lutador dentre os primeiros constantemente, mas tinha um grande nome a zelar. Estava em overdose de dopagem... Um exemplo negativo para os mais jovens. O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, a respeito de dopagem, disse esta semana que passou: "Quando era um dos acionistas do Texas Rangers, um time de beisebol do Texas, sabia que a maioria dos atletas usava produtos químicos para melhorar o rendimento..." O mundo tem obrigação de lutar contra as drogas, principalmente no esporte. CASO REBECA A "novela" da dopagem de Rebeca Gusmão está atingindo perigoso rumo. Até o dr. De Rode poderá ser prejudicado pela últimas declarações da dra. Renata de Castro. No fim, somente a nadadora será punida. Aguardemos. Na China, na Olimpíada de Pequim, no próxim ano, haverá até exagerado rigor contra a dopagem. Fazem bem os chineses. Tem que ser uma competição limpa. THIAGO Thiago Pereira, nadador brasileiro, recordista mundial dos 220 metros. Medley, em piscina curta, não teve muito tempo para festejar a conquista, lograda em 18 de novembro de 2007. O húngaro Lazlo Cseh, no Campeonato Europeu, dia 12 último, em seu país, o superou. Thiago Pereira diz que isso serve de estímulo e que Phelps, Ryan Lotche, o húngaro e ele vão lutar pela medalha olímpica.

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