Solidariedade francana


| Tempo de leitura: 1 min
A publicação da matéria “Uma vida com fome”, que foi capa ontem do jornal Comércio da Franca, repercutiu de maneira positiva para a família da migrante Eliane Ferreira Alves, 25. Ela, o marido e os três filhos pequenos (Jaqueline, 4; Jackson, 2 e Jozieli, três meses) vivem numa casa de quatro cômodos e no sábado, passavam fome. No casebre, não havia comida, roupas e móveis. Um dos pedidos mais comovente das crianças era por bolachas e biscoitos. Como num passe de mágica, tudo mudou ontem. Desde o início da manhã, dezenas de cestas básicas, vindas de diferentes regiões da cidade, por anônimos, voluntários, assinantes do Comércio e empresários lotaram os cômodos da casa. Pacotes de arroz, óleo, carnes, frutas, legumes, macarrão, iogurtes e muitas, muitas “bolachas”. De acordo com a amiga da família, Regiane de Oliveira, que ligou no jornal pedindo pela ajuda, foram mais de 150 pacotes. “Começamos a contar, mas paramos, tamanha a quantidade. Durante todo o dia, chegaram doações”. Conforme tinha prometido na segunda-feira, o secretário de Desenvolvimento Humano e Ação Social, Roberto Nunes Rocha, esteve no local e comprovou a precariedade e as necessidades da família. Acompanhado de uma assistente social, Rocha disse que providenciará toda a documentação para cadastrar a família no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e buscará um modo para inseri-la no Programa Bolsa Família, do Governo Federal. “Ela disse ter feito a inscrição, mas por mudar muito de casa, o cartão deve ter extraviado ou retornado para Brasília”.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários