A possibilidade do CVV fechar as portas em Franca trouxe revolta a ex-integrantes da entidade. Com 26 anos de trabalhos prestados à comunidade francana, a entidade filantrópica corre o risco de não mais existir graças à queda considerável no número de voluntários e a dificuldade de permanência nos atendimentos 24 horas.
Para o editor de Opinião e Gestor de Relações Corporativas do Comércio e um dos fundadores do CVV na cidade, Luís Neto, seria “muito triste” se a entidade parasse de funcionar na cidade. “É jogar 26 anos de luta, persistência e dedicação no lixo. Com tantos atendimentos que o CVV já fez, com tantas vidas que já salvou, seria realmente lamentável”, disse.
Outra indignada com a possibilidade é a escritora Zelita Verzola, voluntária do CVV por 12 anos. Durante todo esse tempo, passou por diversas crises de ausência de voluntários, mas nunca nenhuma que fizesse a entidade correr o risco de se transformar em um Posto Samaritano. “A cidade corre o risco de perder um trabalho essencial. Embora os voluntários que ali estão não sejam especialistas, são muito bem preparados para socorrer em uma emergência quem passa por algum problema. É preciso que alguma coisa seja feita”, disse.
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