E a caderneta de poupança?


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Sou obrigada a discordar da matéria sobre a caderneta de poupança, que como o próprio nome diz, não se trata de uma aplicação financeira e sim de uma forma de poupar, ou melhor, de juntar dinheiro (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=24290). Além de ser uma forma segura de poupar, pois é garantida pelo governo, não incide nos rendimentos, cobranças de IOF (Imposto sobre operações financeiras) e nem retenção de IR (Imposto de Renda) e após 90 dias a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é devolvida e somada ao saldo da conta. Além disso, tem um rendimento real de 6% ao ano mais correção monetária. Quanto aos empréstimos a aposentados, tenho que discordar de novo, porque ajuda e muito os beneficiários. Antes essas pessoas eram excluídas e não tinham acesso a empréstimos, e hoje financiam os filhos, porque ao contrário do que se pensa, aposentados são os maiores poupadores. Os empréstimos são para os filhos, parentes e amigos. E esses recursos movimentam o comércio gerando novos empregos, enfim, todos ganham e é lógico, os bancos também. Rosa Santa Batista é bancária e integra o Conselho de Leitores do Comércio

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