Sou motociclista e já sofri na pele as conseqüências de um acidente de trânsito, mas sei que se somam vários fatores para que o problema seja quase insanável: má formação dos condutores, péssimas condições da malha asfáltica, má conservação das motocicletas, falta de respeito dos pedestres que atravessam fora da faixa e em diagonal em avenidas; motoristas de automóveis que raramente dão seta quando vão mudar o rumo. Além disso, há os que não respeitam semáforos e outros ainda que andam com faróis desligados. Para não dizerem que não falei dos motociclistas, há muitos imprudentes entre nós, que cortam veículos em trânsito, não respeitam pedestres, andam na contramão. Digo sempre que motociclista não tem preferência em cruzamentos, mas não me ouvem. Continuam fazendo da própria testa um pára-choque.
Fabrício
é leitor do Comércio da Franca
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