Treinadora viaja para conhecer pistas no Rio


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Marysol Gaudenzi, chefe de Divisão de Esportes da Prefeitura de Franca, viajou ontem para visitar duas pistas de atletismo, uma na cidade do Rio de Janeiro e outra em Niterói. Esta última foi indicada pelo corredor Sandro Viana. A empresa responsável pela instalação dos equipamentos a acompanhará no reconhecimento desses locais. Este será o último passo técnico para finalizar o processo de instalação de uma pista emborrachada no Complexo Poliesportivo. Outros lugares já visitados foram o clube Pinheiros, Praia Grande e o Ibirapuera. Está previsto para segunda-feira, Marysol entregar à Prefeitura local um relatório técnico dos pontos visitados e a indicação do melhor modelo a ser montado na cidade. Logo depois, começa o trabalho burocrático que deverá levar ao menos 30 dias antes do processo licitatório. O prazo para início das obras será curto, já que o próximo ano é de eleição municipal e a legislação permite construções somente até o mês de abril. Os valores das pistas estão entre R$ 1 milhão e R$ 1,3 milhão, segundo Marysol Gaudenzi. O período para construção do equipamento é, em média, de 120 dias, caso não chova. AS VISITAS A chefe de Divisão está avaliando pelo menos dois pontos nas visitas às pistas. "Aqui queremos montar uma pista preparada para competições. A idéia é tê-la homologada pela Iaaf (Federação Internacional de Atletismo, sigla em inglês)", afirmou. Para conseguir unir custo acessível e qualidade, as principais características avaliadas pelo departamento técnico de Franca nos equipamentos até agora visitados são a forma de encaixe da borracha e a espessura da pista. O primeiro evita rachaduras e ocasiona maior durabilidade. No caso da espessura, a relação é se o piso será macio ou duro. "O macio é melhor para nós. Poderemos praticar provas de maior distância. A dura é melhor para os velocistas", explicou Marysol.

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