Mercado mais calmo


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O que se sente neste final de 2007 é que os clubes estão indo com calma nas contratações e nas reformas de contrato de seus jogadores. Em resumo, ninguém está fazendo loucuras. É o que se nota pelas declarações de contratantes e contratados. O Corínthians tem o antigo zagueiro Antônio Carlos liderando esse setor. Está, pelo menos por ora, fazendo-o bem. Determinou que o clube estabeleça um teto para salários e não sairá dele. É claro que existem jogadores que ganham um pouco mais. Se interessar ao clube, eles ficam. O goleiro Felipe exige salário maior do que recebe atualmente. O Corínthians subiu o quanto pode e a sua satisfação ainda não se definiu. É bom goleiro, jogou muito no Brasileirão, mas o Corínthians não irá além do que já prometeu. Nota-se, no caso do Santos, que as negociações Teixeira-Luxemburgo não estão caminhando. Esbarram no que o Luxemburgo quer gastar e no que o clube pode gastar. É necessário manter os salários dentro das possibilidades de cada clube. Até é bom imaginar que nossa economia, no futebol, não pode sequer ser pensada como igual à de países da Europa e de alguns do Oriente. O panorama em São Paulo é de contenção nos gastos, promoção das figuras melhores dos times de base e contratação de jogadores que aceitem ganhar bem, sim, sem ganhar o que o clube não pode pagar. Os clubes precisam de patrocinadores, do dinheiro da TV e naturalmente, das bilheterias e todos sabem que as receitas são menores do que as necessárias, pois o povo, mesmo amando o futebol, não tem dinheiro para ir a todos os jogos. Aí é que entra a idéia que defendo: dos carnês vendidos antecipadamente. Também acho que os principais clubes precisam aumentar seu trabalho de mercadologia, a fim de manter os seus projetos. O mundo do futebol, nos gastos, está mais calmo. SOU CORINTIANO Em homenagem ao apoio recebido pela torcida, o departamento de marketing do Corínthians lançará amanhã, 13, uma camisa com o grito "Eu nunca vou te abandonar porque te amo. Eu sou Corínthians". Serão oferecidos ao corintiano três produtos que podem ser comprados em forma de kit ou separados. O carro-chefe é a camiseta com a frase "Eu nunca vou te abandonar", na parte da frente, e nas costas "Porque te amo. Eu sou Corínthians". Completam o lançamento um adesivo e uma pulseira, também alusivos ao grito das arquibancadas. O PREÇO Os produtos estarão disponíveis para pré-venda no site oficial da loja Poderoso Timão e no site da Roxos e Doentes. A camisa custará R$ 39,90. O adesivo R$ 5,00 e a pulseira R$1,50. Já o Kit completo sai por R$ 44,90. A venda na loja Poderoso Timão e na rede de lojas Roxos e Doentes começa na quarta-feira da semana que vem, dia 19 de dezembro. Até lá só estarão disponíveis as pré-vendas nos sites. UM SONHO O Airbus A-380, o maior avião do mundo, está entre nós. Apenas como apresentação. Pode transportar mais de 500 passageiros. Estive pensando, apenas como sonho, se um avião desses fosse fretado para o Brasileirão, por exemplo, poderia transportar 15 ou mais equipes esportivas, com dirigentes, técnicos, médicos e tudo isto dentro do país. O avião sairia do Sul, pegaria times do Paraná, São Paulo, Rio, Minas, Salvador, que iriam jogar no Norte-Nordeste. Voltava trazendo as equipes que viriam jogar no Sul. A viagem seria no sábado para os jogos de domingo. Apenas um sonho... NOVO PIQUET Piquet está de volta. Não se trata do Nelson Piquet, campeão do mundo e um dos pilotos mais admirados da Fórmula 1. É o filho que vem honrar o nome do pai. Ele, o filho, vai adiantando: "Não vejam em mim o meu pai. Ele é meu amigo e aprendi muito com ele. Agora sou eu. Tenho que pilotar com vontade e eficiência. Também vim para ganhar..." Nelsinho Piquet terá como companheiro o Alonso. O espanhol exige tratamento especial. Isso é normal em seu temperamento. Para quem não sabe, o Nelson Ângelo Piquet, de 22 anos, nasceu em Heildelberg, na Alemanha. A carreira de Nelsinho Piquet é excelente. Ele que tenha sucesso. OURO EM PEQUIM Dunga tem 8 meses para montar uma boa equipe para os jogos de Pequim. Existem jogadores bons e não será difícil ter um time competitivo. Dunga também pode chamar os excelentes jogadores acima dos 23 anos. Conhecer a competição olímpica ele conhece, pois a disputou em Los Angeles, ficando com a medalha de prata. O time de Seul, em 1988, tinha tudo para ser campeão e só não foi pela arbitragem equivocada de um francês. Acompanhei as duas campanhas e em 1984, na época do Dunga, o time que nos bateu, a França, era melhor, mas a União Soviética, em 88 era inferior ao Brasil de tantos craques. Queremos disputar o ouro em Pequim/2008.

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