Gostei. Neste ponto, estou de acordo com a Prefeitura, mas ainda acho pouco. A administração pública, aqui e em todos os pontos do Brasil está inchada, ou seja, tem gente demais. Na iniciativa privada, quando algo vai mal, corre-se o risco de serem atingidos pelo facão. No setor público, se vai bem ou se vai mal, ninguém perde o emprego. Pessoalmente, conheci um funcionário público de Osasco que ganhava 10 salários mínimos e trabalhava 2 horas por semana.
Afonso Tavares
é leitor do Comércio da Franca
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