Indignação e repúdio


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Também eu quero me manifestar sobre o senhor Hugo Manoel Ravagnani, assunto do leitor Juracy Guaraciaba na seção de cartas do Comércio (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=24203; em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=24144 e em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=23955). Como foi dito, “quem escreve o que quer corre o risco de ler o que não quer”. Quem conhece o Senhor Hugo, sabe que os adjetivos pejorativos que o senhor usou para ofendê-lo, não o atingiram. Ele é um ser humano honesto, solidário, simples, educado, excelente pai de família e compreensivo com todos que o procuram. Jamais seria leviano, grosso e mal-educado a ponto de despejar uma “carrada” (palavra sua) de impropérios em relação a alguém. Se ele se manifestou, certamente o fez por causa do constrangimento que deve ter passado junto às famílias dos noivos. Teve a coragem de vir a público mostrar sua indignação e não se acovardar por achar que o referido padre é um patrimônio espiritual e moral. Gostei muito da citação bíblica que o senhor fez: “Não façais da casa do meu Pai, uma casa de comércio”. O senhor tem razão. Espero que um dia não tenhamos que pagar para ver casamentos realizados pela Igreja e nem quando for apresentar um filho ao nosso Deus, no batismo. Na paróquia de minha cidade, sou obrigado a pagar R$ 5 para ver o auxiliar do padre falar o nome de meu querido filho falecido antes do início da missa. O senhor não acha que isso sim, é transação comercial? Tadeu é leitor do Comércio da Franca ***** Refuto integralmente o que disseram os senhores Francisco José Donadel e Juracy Guaraciaba na seção de cartas do Comércio. Não houve tentativa do fotógrafo em se “promover comercialmente”. O profissional simplesmente cumpria sua função como contratado. Estava lá com sua equipe com responsabilidade, respeito e total senso de discrição à ocasião. Foi admoestado com agressividade e desproporcionalidade. Saibam os dois leitores que, após o lamentável ocorrido, várias pessoas vieram até o fotógrafo para se desculpar, incluindo o próprio Pároco da Igreja Nossa Senhora das Graças, além de integrantes da organização da Paróquia e participantes da celebração. As palavras escolhidos pelos leitores foram incoerentes, contraditórias, inconvenientes e apenas confirmam espírito intolerante de ocasião. A grandeza das bodas sacerdotais deve ser comemorada com exemplos dignificantes (que certamente existem), mas de modo algum foram demonstrados na ocasião. Finalizo dizendo que, se fosse de outra forma, deveria a Paróquia ter proibido a contratação de profissionais ou mesmo o acesso de fotógrafos. Hugo Manoel Ravagnani é leitor do Comércio da Franca ***** Gostaria de fazer três perguntas ao leitor Francisco José Donadel, que colocou a nós, fotógrafos, como “mercadores do templo” na seção de cartas do Comércio: o senhor é casado? O senhor tem filhos? O senhor tem netos? Se a resposta for afirmativa, responda, por favor, estas outras três perguntas: o senhor tem álbum de casamento? O senhor tem fotos da primeira comunhão de seus filhos ou até do casamento deles? O senhor tem fotos do batizado de seus netos? Somos contratados até mesmo para registrar ordenação de sacerdotes. Antes de defender é preciso ter argumentos concretos. E outra coisa, nós não invadimos as igrejas para fotografar. Somos contratados por cristãos que pagam taxas às igrejas para as celebrações e querem ter seus momentos registrados. Ednei de Sena Campos é fotógrafo e leitor do Comércio da Franca

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