Sem serviços da Sabesp, 10 mil dependem de fossas


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Além das dez mil pessoas do Jardim Dermínio que não contam com qualquer coleta ou tratamento de esgoto, outras dez mil, principalmente moradores em chácaras localizadas na zona urbana de Franca e do Prolongamento do Jardim Santa Bárbara, estão fora do sistema de captação e tratamento de esgotos da Sabesp. Elas se utilizam de um método atualmente ultrapassado para tratar do material: as fossas. De acordo com um levantamento da FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgado na semana passada, 3,1 mil têm instaladas em suas residências as fossas sépticas. Por esse sistema, relativamente eficiente, a pessoa utiliza, por exemplo, para evacuar, um vaso sanitário, como quem tem sistema de esgotos. A diferença é que os excrementos vão para a fossa, onde a própria terra faz a decomposição e absorção. Já as fossas rudimentares são utilizadas por quase seis mil pessoas. Nelas a pessoa tem menos “regalias”. Não há vasos sanitários e as fezes são depositadas diretamente no buraco. Tal sistema não tem a mesma eficiência das fossas assépticas e, além do desconforto, podem ocasionar estragos ambientais.

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