Achei pobre e preconceituosa a crítica do leitor Emílio Sicchierolli Júnior, de Brasília, sobre a ONG “Cão que Mia” (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=23889). Aliás, ele atacou o lado errado da questão. Deveria dirigir suas críticas às pessoas que abandonam “animais domesticados” (que não conseguem mais viver sem o amparo e a proteção do homem), jogando-os ao sofrimento e, conseqüentemente, à morte. Amenizar sofrimento requer muita abnegação e generosidade seja em qualquer ângulo ou aspecto da vida; portanto, não cabem críticas, muito menos, destrutivas. Ter ideais para um mundo melhor, respeitando tudo o que nos cerca, me parece ser o objetivo dessa valorosa ONG “Cão que Mia”, composta por pessoas idôneas e cultas; uma delas, a quem tiver o prazer de conhecer, é educadora no ensino superior e possui extremada generosidade e educação; sendo assim, discernimento não lhe falta. Vamos deixar que cada uma escolha o seu caminho.
Vera Jorge Negraes
por carta
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