Indignação e repúdio


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Quero me manifestar sobre o comentário do leitor Hugo Manoel Ravagnani, publicado nesta coluna em 28 de novembro (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=23955). Quem fala o quer quer escuta o que não quer. Despejar uma carrada (sic) de impropérios contra o próximo é próprio de pessoas mesquinhas, tacanhas, apoucadas. “O que mancha o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai”, diz o Evangelho. Por acaso, o Sr. Hugo Ravagnani não sabe que a Igreja não é espaço para fotógrafos se promoverem comercialmente? A Igreja é casa de Deus, onde os fiéis que a freqüentam aproveitam para agradecer e louvar o senhor, através de cultos e orações. “Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio” (Jo 2,16). E quem põe ordem na Igreja é o pároco. O padre José Geraldo, vigário geral da Diocese de Franca e pároco da Catedral, é muito conhecido na cidade por inúmeras virtudes. Durante vinte e cinco anos vem se dedicando de corpo e alma à causa de Deus e do próximo. Por isso mesmo, tornou-se, por assim dizer, patrimônio espiritual e moral de todos que o conhecem e amam. Quem não sabe que ele não admite desordem nem exibicionismo na Igreja? “Não queirais tocar os meus ungidos e não façais mal aos meus profetas” (Sl 105,15). “Não fostes vós que me escolhestes, fui eu que vos escolhi e destinei a ir dar frutos que permaneçam” (Jo 15,16). “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens” (Mc 1,17). Essa era a homenagem que o senhor teria para oferecer ao padre José Geraldo na antevéspera de suas bodas sacerdotais? Juracy Guaraciaba por carta

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