Os vereadores votarão, na última sessão da Câmara do ano, na terça-feira, o polêmico projeto de lei que tem “rachado” os taxistas da cidade. De um lado, os profissionais cooperados querem parar seus carros adesivados nos pontos onde mantêm vagas compradas. De outro, os convencionais tentam impedir, sob alegação de que tais veículos atrapalham o movimento. A exemplo do que ocorreu na semana passada, os profissionais das duas correntes, cada qual com sua bandeira, devem comparecer ao plenário para pressionar os parlamentares.
Na última terça-feira, a pressão foi decisiva. O projeto monopolizou as discussões por mais de duas horas. Os taxistas chegaram a usar a tribuna da Câmara para sufocar os vereadores. Depois, a cada manifestação na tribuna, havia um misto de aplausos e vaias, dependendo do posicionamento do parlamentar.
Por pelo menos quatro vezes, o vice-presidente Marcelo Valim (PSDB), que comandava os trabalhos, precisou intervir. Gilson Pelizaro (PT) chegou a discutir com um taxista.
De autoria do prefeito Sidnei Rocha (PSDB), será votado também um projeto que permitirá à Prefeitura fechar convênio com o CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola) para a contratação de estagiários no serviço público.
Fechando a pauta, a Câmara votará o parcelamento de multas de trânsito municipais e a possibilidade de o município receber doação de áreas na Colina do Espraiado. Estão previstas, ainda, cinco denominações de ruas da cidade.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.