Duas vítimas de furto registrados durante a madrugada de sábado ficaram revoltadas com a Polícia Militar. A demora no atendimento das ocorrências foi a principal reclamação. Em um dos casos, segundo a vítima, a polícia demorou 10 horas para chegar ao local do crime.
O primeiro a reclamar da polícia foi o comerciante Luiz Carlos, 56, dono de uma loja de materiais para construção na Avenida Brasil. Ao chegar para trabalhar na manhã de sábado ele constatou o arrombamento da porta da loja. “Os ladrões colocaram fogo nos papéis e furtaram algumas máquinas. Chamei a polícia e ela demorou muito para chegar ao local”, disse o comerciante.
Outra vítima de furto foi a dona de casa Natália Cristina Ramos, 19, moradora no Jardim Ana Dorothéia. A casa, localizada na Rua José Ribeiro Rocha, foi arrombada durante a madrugada e ladrões levaram do local um aparelho DVD e um rádio toca-CDs.
Segundo ela, na noite do crime seu marido ligou para a polícia, que só compareceu ao local 10 horas depois. “Fiquei revoltada com a demora. No sábado liguei novamente para eles e foi aí que vieram. Eles chegaram eram 10 horas”, disse a mulher.
O tenente da Polícia Militar Waltercir disse que realmente aconteceram alguns problemas nos atendimentos destas ocorrências. “No momento dos furtos nossas viaturas estavam em outros casos mais graves. No Ana Dorothéia a polícia foi no local, mas se a pessoa saiu da casa por algum motivo ou não acordou, tudo isso será apurado”, disse o policial.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.