É claro que o espaço é público (leia Objetiva do Comércio, sobre cessão do Poliesportivo para eventos, disponível para leitura no link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=23823), mas na minha opinião o representante da empresa que organizou estes eventos o fez somente para não ter que cumprir a lei que direciona parte dos lucros a instituições filantrópicas. E é tão verdade que, após tantos anos de realização da Feira da Fraternidade nos pavilhões da Francal, o evento teve que ir para outro local (os pavilhões cedidos pela Fenafic).
Patrick Ferdinando Araújo
é leitor do Comércio da Franca
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