Mulher mantinha 54 cachorros em casa


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São lamentáveis situações como esta, digo isto porque conheço Maria Luiza (diretora da ONG “Cão que Mia”) e somente quem a conhece sabe o quanto ela luta pelos animais, retirando-os da rua e acolhendo-os até lhes dar rumo (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=23511). Esses animais são fruto do descaso social, da ignorância humana e da falta de prática da posse responsável. Se as pessoas tivessem consciência do que é ter um animal, de suas necessidades, isso não aconteceria. São jogados na rua porque ficaram doentes. E não são jogados somente na porta da casa de Maria Luiza; são “despejados” pela cidade inteira. Precisa-se também dizer que a superpopulação de animais acontece porque não se tem um programa de esterilização institucionalizado. Imagino o quanto deve ter sido triste para Maria Luiza ter que se desfazer dos animais para os quais dava guarida em sua casa, mesmo que temporariamente. Torço para que ela e outros voluntários da ONG recuperem a guarda dos bichos e para que dêem continuidade ao trabalho abençoado que fazem. Karina é leitora do Comércio da Franca ***** Se as mulheres, que são seres “racionais”, continuam fazendo e jogando seus filhos nas ruas, o que se poderia querer sobre guarida a animais, seres irracionais? Esse é um pobre País, sem Educação. Paula Simone Ribeiro é leitora do Comércio da Franca ***** Caro Emílio Sicchierolli Júnior (leia o e-mail enviado ao Comércio por Emílio, através do link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=23889). Acho até válida sua opinião, mas gostaria de saber quantos filhos adotivos o senhor tem? Está fazendo a sua parte? Se tiver um, já é válido, pois a adoção, no Brasil é muito trabalhosa. ONG’s que cuidam de crianças, projetos sociais, Bolsa Escola, Bolsa Família, Leve Leite, Unicef e pessoas caridosas com os seres humanos existem milhares e milhares. Já ONG’s como a “Cão que Mia” são poucas. Em Franca, entidade que se dedica recolher animais abandonados e encontrar um lar para eles, só ela. Não podemos ser egoístas em não oferecer ajuda ao nossos animais. Assim como somos responsáveis pelos filhos abandonados dos outros, temos que ser responsáveis também pelos animais abandonados pois são os humanos que os abandonam. O senhor deve ser uma pessoa caridosa e temente a Deus pois tem o coração voltado a ajudar os desafortunados. Está na Bíblia: “O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico” (Provérbios 12:10). Dino é adestrador e leitor do Comércio da Franca

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