A Faculdade de Direito de Franca quer cancelar as reformas e ampliações previstas no prédio da instituição para pagar salários e encargos trabalhistas de seus funcionários. Para isso, R$ 690 mil que deveriam ser investidos deverão ser remanejados. Projeto de lei com esse objetivo foi apresentado pelo prefeito Sidnei Rocha (PSDB) e deverá ser votado na sessão de hoje da Câmara Municipal. Para que seja aprovado são necessários, no mínimo, dez votos favoráveis.
Na matéria redigida pelo prefeito a justificativa é clara: faltou dinheiro para cobrir as despesas programadas pela FDF até o fim do ano. “A suplementação (...) é necessária para fazer face às despesas com pessoal, encargos sociais e outras despesas correntes”, diz Rocha, no texto de apresentação do projeto.
O diretor da faculdade, Euclides Celso Berardo, foi procurado em pelo menos três números pessoais, inclusive o celular, mas não foi encontrado. Na FDF, um segurança informou que ele está em São Paulo e só volta a Franca na quarta-feira e que não havia mais ninguém apto a comentar o fato.
OUTROS PROJETOS
Entre os outros projetos de lei apresentados pelo prefeito, há pouca coisa relevante. Em um deles, a Prefeitura quer autorização do Legislativo para firmar convênio com a União para custeio das despesas do prédio da Justiça Federal na cidade.
Entre as matérias dos vereadores, destaca-se a de Válter Gomes, que pretende autorizar taxistas vinculados a cooperativas a parar seus carros adesivados em pontos convencionais, o que hoje é proibido.
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