O número atual de 42 mortos na área urbana de Franca é o segundo maior da década. Só perde para o ano 2000, quando 48 pessoas morreram. Foi justamente o ano em que os radares eletrônicos começaram a ser implantados. Em 2003, ano em que a frota era de 110 mil veículos e todos os 30 radares estavam ligados em pontos estratégicos da cidade, houve uma queda significativa no número de mortos: 28. Na média, eram 2,3 acidentes fatais/mês. Menor índice dos últimos sete anos.
Atualmente, Franca tem uma frota de 137 mil veículos. Todos os meses ocorrem quatro acidentes fatais, em média, nas ruas e avenidas locais. Apesar da elevação dos casos, a Prefeitura reluta em reativar a fiscalização eletrônica. Para a administração, os aparelhos não reduzem os casos de morte. “A intenção é melhorar a sinalização das vias públicas, o que será feito após o recapeamento que está em andamento. A população sentirá a mudança aos poucos. Também vamos monitorar os trechos onde ocorrem mais acidentes. Estes locais vão receber semáforos”, afirmou o secretário de Governo, Odair Tristão.
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