Véspera de feriado, cidade parada. O biomédico DSA, 27, resolveu dar uma passadinha no hipermercado Wal-Mart segunda à tarde para ver as novidades. Entre uma volta e outra pelos corredores, separou alguns produtos de seu interesse. Satisfeito, deixou aloja rapidamente e se dirigiu para o estacionamento. Até aí, tudo bem, não fosse um detalhe: ele não passou pelo caixa. O espertinho estava sendo vigiado de perto e foi preso. Autuado em flagrante por furto, teve de curtir o feriadão na cadeia.
Faltavam alguns minutos para as 18 horas, quando DSA entrou no hipermercado. Como já havia furtado no local anteriormente (saiu sem pagar uma cueca), a equipe de segurança ficou de sobreaviso e passou a monitorá-lo. O “cliente” adquiriu um telefone sem fio, um pote de cera líquida e uma luva de pelica. “Vimos ele pegando os produtos e ficamos de olho. De repente, se encaminhou para o setor dos caixas, colocou tudo numa sacolinha e tentou sair sem pagar. Foi quando o alarme começou a soar”, contou o encarregado de segurança.
Com o imprevisto, o biomédico voltou correndo para a loja e tirou o dispositivo colocado nos produtos que aciona o alarme. Saiu novamente sem passar pelos caixas. “Deixamos ele descer pelas escadas rolantes e o abordamos na saída para configurar o flagrante. O detivemos até a chegada da polícia. O rapaz estava em um Crossfox e disse que havia esquecido a carteira na BMW do pai”.
DSA foi conduzido à delegacia e se apresentou como médico. Disse que trabalha em um hospital de Ribeirão Preto e que teria alguns clientes para atender no período da noite. Se negou a gravar entrevista. Informalmente, alegou que o furto foi um momento de bobeira. “Estou arrependido. Tenho dinheiro e não sei porque fiz isto”. Após ser indiciado por furto, foi levado para a cadeia do Guanabara. Até a tarde de ontem, ele permanecia preso.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.