A história do pedreiro Carlos Humberto Custódio e seus relacionamentos extraconjugais com as três irmãs é conhecida e “roda” a boca do povo na pequena Restinga e seus 6,3 mil e poucos habitantes.
Até o prefeito Amarildo Nascimento conhece a fama do pedreiro. “Ah, o Carlim Pretim, conheço sim. Ele é um recordista de fazer filhos. São 21, a não ser que alguns ainda não apareceram”, brinca. Amarildo preferiu não comentar o comportamento do morador. “É complicado falar alguma coisa a respeito dessa história. Só posso comentar que o Carlim é trabalhador, honesto e um morador muito antigo e querido da nossa Restinga”.
Enquanto o prefeito economizou nos comentários, a moradora Viviane Cristina, 22, falou sem papas na língua. Disse que é vizinha e amiga de uma das filhas de Carlim. “Faz tempo que sei dessa história das mães que são irmãs. Um dia ela (a filha) foi me apresentar uma menina e disse que era ‘prima-irmã’ dela e explicou que o pai tinha tido filhos com as tias dela”.
Viviane tem três irmãs e é bem direta ao responder o que faria se estivesse no lugar da primeira mulher do pedreiro. “Tenho dó da mulher dele, ‘da oficial’. Se fosse comigo, não aceitaria de jeito nenhum. Se fosse meu marido, eu matava. Pode ter certeza de que ele amanheceria com a boca cheia de formiga. Morto”.
Uma das moradoras que acompanhavam a entrevista em frente a uma das escolas de Restinga definiu Carlim como o “garanhão e mulherengo de Restinga”. Outros munícipes se confundem com tantas mulheres e filhos envolvidos na história. “Qual é a esposa verdadeira mesmo? Aquela que mora lá embaixo é qual?”, perguntou uma mulher.
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