A trilha sonora do interunesp


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Do ritmo baiano do Jammil, passando por O Teatro Mágico, rock de Velhas Virgens e muita música eletrônica, os shows do Interunesp, que tem início hoje e vão até sábado, prometem agradar todos os gostos e animar o público de aproximadamente 15 mil pessoas de todo o Estado. Os shows acontecem no Pavilhão “Américo Pizzo” (antiga Francal), a partir das 23 horas. Quem ainda não garantiu o convite pode comprar no Habib’s, na loja 775 do Franca Shopping e nas bilheterias do Pavilhão. O pacote para os três dias de festa open bar sai por R$ 320, inteira, e R$ 160 para estudante. Os convites individuais custam R$ 140, inteira, e R$ 70, estudante, para os shows de hoje, para a festa de amanhã e sábado os convites custam R$ 120, inteira, e R$ 60, para estudantes. No Habib’s, os valores podem ser dividos em até três vezes no cartão Visa. Começando com o alto astral do axé, Jammil e Uma Noites dá a largada, no palco princiapal ao circuito de festas universitárias mais famoso do Estado. Banda de música baiana turbinada, Jammil mistura ska, reggae, rock com samba reggae e afro music e é uma das mais requisitadas para tocar em carnavais fora de época em todo o País. Jammil também comanda dois blocos no carnaval de Salvador: Balda e Eu Vou. Entre os sucessos dos noves discos e dois DVD’s da banda estão Minha Estrela, É Verão, Praieiro, Milla, Ê Saudade, Acabou e Pra Te Ter Aqui. Para continuar no ritmo agitado, quem assume o palco depois é Tati Romero, a ribeirãopretana que vem se destacando nas maiores micaretas de São Paulo. Ela promete animar o público com os maiores sucesso axé music. No palco dois, a dupla João Lucas & Matheus apresenta as músicas sertanejas que fazem sucesso na região como O Poder da Paixão, No Dia em que Eu Sai de Casa, Preciso Esquecer Essa Mulher e Fiz Tudo Errado. Logo depois, a banda de samba rock Frei Caneca assume o posto. Na tenda eletrônica quem anima a galera é o DJ Yasser, o garoto de Ribeirão Preto de apenas 16 anos, que tem como estilo o Psy Trance e já é considerado um fenômeno da cena eletrônica. Yasser Hanzi começou a se interessar pelas pick-ups aos sete anos. Já tocou ao lado de nomes consagrados do Trance internacional como Astrix e Skazi, e dos DJs brasileiros Rica Amaral e Mack. É residente da Xxxperience. O DJ Marco Molina encerra a noite. Amanhã quem começa a festa do Interunesp é O Teatro Mágico e seu “sarau amplificado onde tudo pode acontecer”. No palco música, teatro, circo e poesia numa fusão do popular e do erudito violão, guitarra, baixo, bateria e samplers se somam aos violinos, instrumentos de sopro e de percussão. Comandado pelo ator, músico e compositor Fernando Anitelli, os músicos dividem o palco com trapezistas, malabaristas e bailarinas, somando 12 artistas em cena. A banda considerada “cult” conquistou os jovens de todo o País, com seu estilo clown (roupas e maquiagem de palhaços), unindo todas as manifestações artísticas em um só espaço. No circuito alternativo desde 2003, O Teatro Mágico gravou um CD indenpendente, o Teatro Mágico: Entrada para Raros, lançado em 2004, que já vendeu mais de 60 mil cópias. Um fenômeno cobiçado por diversas gravadoras multinacionais, mas que Anitelli garante que não seduz o grupo. Entendendo que a música é uma expressão artística e cultural e não simplesmente um objeto de consumo, Anitelli defende a livre circulação de sua obra, disponibilizando todas as músicas do espetáculo para serem baixadas gratuitamente pela internet (www.oteatromagico.mus.br). Com influências de sons nordestinos como de Antônio Nóbrega, multiinstrumentista e intérprete da cultura popular nordestina, Cordel do Fogo Encantado, que também usa a cultura nordestina, com toques do movimento Mangue Beach de Chico Science, O Teatro Mágico usa de letras simples mas com grande profundidade que ganha força com ritmos marcantes e envolventes, prometendo tornar o público personagem dos shows. A banda Viva Noite, que toca no programa “Pânico” da RedeTV!, sobe ao palco principal após O Teatro Mágico. O repertório conta com o que rolou de melhor e pior da década de 80, como Xuxa, Metro, Rádio Táxi, Dominó, Blitz, Trem da Alegria, Sérgio Mallandro, Mara Maravilha, Simony, Menudo, Sidnei Magal, Polegar e até Fofão. O nome da banda, formada por seis pessoas “piradas” - como eles mesmos se definem - é uma homenagem ao programa de mesmo nome que ia ao ar nas noites de sábado no SBT. No palco dois, o forró da banda Capim Gordura e o samba raiz de Cambaio vão colocar os estudantes para dançar. Na tenda eletrônica quem anima a noite com muito techno é o DJ Ednei e Ângelo Lima.

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