Polícia promete infiltrar seus agentes em festas


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Beba e fume à vontade. O risco de ser detido numa rave é mínimo. As festas ocorrem camufladas em sítios ou chácaras nas proximidades da cidade. Como a maior parte rola na clandestinidade, a polícia não tem como atuar e só age se chamada. A venda e o consumo de drogas em raves são investigados pela Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes). Diante das inúmeras reclamações recebidas, o delegado Pedro Luiz Dallaqua escalou uma equipe para tentar combater os traficantes. “Estamos atentos e investigando o comércio ilícito de drogas sintéticas nestas festas. Alguns suspeitos são monitorados e podem ser presos a qualquer momento. Já instauramos inquéritos e enviamos outros para apreciação da Justiça”. Além de monitorar traficantes por escutas telefônicas, a Dise promete infiltrar agentes em baladas para tentar combater a venda de drogas. Encontrado em abundância nas festas eletrônicas, o ecstasy é perigoso e pode causar sérios problemas de saúde. “Ele provoca um aumento da temperatura corporal, podendo levar à parada cardíaca. As pessoas usam para poder agüentar horas seguidas de balada”. O diretor de Fiscalização da Prefeitura, Ismael Xavier, disse que as raves acontecem clandestinamente. “Os organizadores não têm autorização. Se fazem, é sem alvará.. Se tivermos denúncia, podemos embargar os eventos”. Denúncias podem ser feitas pelo 161 (Dise) e pelo 3711-9139 (Prefeitura).

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