Um boletim de ocorrência de perturbação de sossego foi registrado no Plantão de Polícia em que moradores da Rua São Paulo reclamam da “bagunça” dos freqüentadores de uma boate GLS (Gays, Lésbicas e Simpatizantes) no local. Segundo os vizinhos, o som alto e o barulho dos clientes na rua até altas horas da madrugada tem feito com que muitos trabalhadores percam o sono. A casa foi lacrada pela fiscalização da Prefeitura por falta de alvará.
A denúncia foi feita à Polícia durante a noite de quarta-feira. Segundo moradores, eles estão incomodados com o barulho e também com certas situações provocadas pelo funcionamento da boate. Uma delas é a distribuição de panfletos com imagens pornográficas, que são jogados na rua.
Um dos proprietários da boate, que se identificou como Leandro, disse que está tomando as providências para trabalhar dentro da legalidade. Segundo ele, todos os documentos exigidos para se abrir a boate foram entregues. “Minha casa tem a acústica exigida pela lei. Contratamos um engenheiro para que fizesse o projeto. Vamos verificar se existe algum problema com o som, mas estamos dentro da legalidade”, disse Leandro.
Na tarde de ontem, a fiscalização da Prefeitura esteve no local e constatou que a casa já estava embargada. “Eles não poderiam estar funcionando, pois não têm alvará. Já havia um embargo da Prefeitura no local. Nós lavramos uma multa de R$ 180 e a boate continua embargada”, disse Ismael Xavier, diretor da fiscalização de obras e posturas.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.