Os torcedores que compareceram ao treino do Unimed/Franca, no Ginásio do Póli, na tarde de ontem, quando o técnico Hélio Rubens realizou um coletivo, puderam constatar que a equipe entrará em quadra, domingo, com ânimo redobrado em Assis.
Mesmo tratando-se apenas de um treinamento, as disputas de bola foram acirradas e as cobranças, fortes. Após um erro de contra-ataque, os alas Felipe e Márcio Dornelles chegaram a uma leve discussão. "Isso é normal nos treinamentos, os caras têm de se cobrar mesmo, para chegar no jogo e fazer tudo certo", disse o ala Fransérgio, que se recupera de uma cirurgia no joelho e acompanha diariamente os treinos.
O pivô Willian Drudi, que não estava inscrito no último Campeonato Paulista e acompanhou da arquibancada a final contra Assis, não esconde a ansiedade para o jogo. "Estamos treinando para chegar lá e vencer. É um jogo difícil, mas nosso pensamento é permanecer na liderança. Só a vitória nos interessa", afirmou.
Já o capitão Helinho tem um motivo mais do que especial para vencer Assis: lá joga Nezinho.
O capitão francano afirmou ontem que o armador assisense costuma ter atitudes desleais em quadra. "Na última final do Campeonato Nacional, ele arremessou uma bola da linha de três pontos e caiu em cima de mim, com o cotovelo na minha cabeça. Acabei `tomando` quatro pontos", disse.
A chegada do pivô Greg Morgan à cidade segue indefinida. O jogador continua encontrando dificuldades para conseguir visto de turista no Consulado brasileiro em Chicago, nos EUA.
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