Abastecimento foi cortado seis vezes em dois anos


| Tempo de leitura: 1 min
Um dívida que ultrapassa R$ 3,5 mil e seis cortes de abastecimento em menos de dois anos. A situação vivida pelas 32 famílias do Jardim Parati não é responsabilidade de todos, mas atinge todas as famílias. O síndico Aparecido Vanin disse que dos 16 apartamentos pelos quais ele é responsável, há famílias que devem até 17 parcelas de condomínio (que inclui as contas de água). “Chegamos a quitar dívidas de muitos, mas a situação chegou num ponto que não dá mais. É uma injustiça com quem paga em dia, com quem tem criança”, reclama Aparecido. O gerente distrital da Sabesp, Rui Engrácia, disse ontem que a empresa está aberta a negociação, mas é preciso que os moradores cheguem a um acordo de como esse pagamento deve ser feito. “Estamos prontos para negociar e retomar o abastecimento, mas alguém tem que assinar essa negociação e essa responsabilidade ninguém quer assumir”. Segundo Rui, a situação dos conjuntos só se resolve com a individualização da medição. “A Prefeitura está, inclusive, bancando esse serviço, mas os mutuários precisam estar em dia com o pagamento”, disse. Em relação ao abastecimento por meio de caminhões pipa, a Sabesp não fornece gratuitamente. O serviço, se for realizado pela empresa, é cobrado e o preço é alto - em média R$ 300 por caminhão de 6 a 8 mil litros.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários