Até quando a população francana terá de suportar os absurdos administrativos promovidos por secretários municipais que adotam truculências tributárias na cidade? Primeiro, e por várias vezes, tentou-se cobrar a famigerada taxa de iluminação. Agora o iluminado de plantão, para sanar dívidas outras, ataca a população com cobrança indevidas e ilegais de IPTU e trânsito de 2003, 2004 e 2005. A Câmara não protesta (com a hon-rosa exceção de Gilson Pelizaro). É triste ver, ainda que de longe, que as coisas continuam as mesmas aí.
Carlos Eduardo de Castro Palermo
em Washington, DC (EUA) lê o site do Comércio do Franca
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