`A vaga é nossa e vamos até o fim`, diz presidente


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A decisão da CBB de excluir o Unimed/Franca da Liga Sul-Americana revoltou o presidente do Franca Basquete, José Guilherme Calil Maia. Ciente de que terá uma batalha judicial pela frente, ele afirma que o clube irá até as últimas conseqüências para participar do torneio. Comércio da Franca - Como o senhor avalia a decisão? José Guilherme Calil - Totalmente unilateral e autoritária. Conquistamos o direito de competir na Liga Sul-Americana dentro de quadra, pois somos vice-campeões nacionais e também da Liga. Eles inventaram uma regra para excluir nossa equipe, pois somos um dos idealizadores da Associação de Clubes e não estamos inscritos no próximo Campeonato Nacional. Está na cara que é uma retaliação. Comércio - Quais os argumentos que o clube utilizará para reaver a vaga? Calil - Estamos amparados pelo regulamento da Liga Sul-Americana e também pelo Estatuto do Torcedor. Não tenho nada contra a CBB, mas desta vez eles exageraram. A inscrição do Minas na Liga foi feita no dia 26 de outubro, sendo que o prazo terminou duas semanas antes. O Franca Basquete, através da Federação Paulista, fez a sua inscrição dentro do regulamento, no prazo legal. A vaga é nossa e vamos lutar por ela até o fim. Comércio - A Unimed já foi comunicada da decisão da CBB? Calil - Fui até a sede da Unimed hoje (ontem) e tentei falar com o presidente Ricardo Bessa, mas ele estava em reunião. Eles estão cientes de nossa luta pela melhoria do basquete e tenho certeza que ficarão ao nosso lado. Comércio - Particularmente, o senhor acredita mesmo que a vaga voltará para as mãos do Franca Basquete? Calil - Sinceramente, espero que a justiça seja feita. Tudo que conquistamos foi dentro de quadra e nossa tradição não pode ser abalada desta maneira.

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