Polícia Civil queima crack, cocaína e maconha apreendidos na região


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A Polícia Civil de Franca incinerou, ontem, dois quilos de drogas no forno de uma metalúrgica no Distrito Industrial. O material destruído era resultante de dezenas de pequenas apreensões realizadas em cidades vizinhas que integram a Delegacia Seccional local. Como os processos a que estavam vinculadas já foram concluídos, a Justiça autorizou que fossem queimadas. Como é estabelecido por lei, a incineração foi acompanhada por representantes do Ministério Público, da Vigilância Sanitária e por peritos da Polícia Científica. Policiais armados ficaram de prontidão para evitar qualquer tipo de arrebatamento por parte de traficantes. Não precisaram entrar em ação. Em poucos minutos, o forno aquecido a 1,5 mil graus destruiu as porções de crack, cocaína e maconha. Este ano, a polícia bateu um recorde ao apreender cerca de 300 quilos de drogas em Franca. Os entorpecentes tirados de circulação ainda não foram destruídos. “Aguardamos a autorização da Justiça para poder fazer a incineração. Enquanto os processos estão em andamento, a droga não pode ser destruída. A ordem, normalmente, é dada junto com a sentença”, explicou o delegado Pedro Luiz Dallaqua. Antes de virar pó no forno de alguma metalúrgica, o entorpecente apreendido com traficantes fica guardado em cofres na sede da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes). Em média, a Polícia Civil realiza duas incinerações por ano em Franca. A última aconteceu em fevereiro. Na oportunidade, foram queimados 72 quilos de drogas que haviam sido apreendidos nos dez meses anteriores na cidade. “Esperamos, agora, com a agilização das autorizações, fazer mais incinerações para diminuir a quantidade de drogas na delegacia”, finalizou o delegado.

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