Entidades são contra curso de medicina em Franca


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Para garantir qualidade ao ensino da Medicina seria necessário dar ênfase ao que é passado aos alunos e não a quantia, em espécie, auferida com cada um deles. Não teríamos só o orgulho de possuir, na cidade, o maior campus universitário da América Latina. Teríamos sim o orgulho de saber aqui, um curso de qualidade, confiança e peso no currículo! Seriam necessários provões mensais, fiscalizações qualitativas de órgãos competentes, docentes altamente qualificados e dispostos ao ensino e não ao valor de remuneração. O boom resultante seria uma forma viável de reestruturarmos a consciência medíocre do cidadão francano. Adoraríamos ter a confiança de um atendimento especial para com as vidas humanas. José Maria da Silva é leitor do Comércio da Franca ***** Não creio que o fato de termos um curso de Medicina em Franca faria a qualidade dos profissionais baixar. Será que nossos arquitetos e advogados são piores porque existem estes cursos na cidade? O que é preciso é preocupação com a qualidade do ensino ministrado. A defesa feita pelos profissionais no artigo do jornal (http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=22548) parece mais é protecionismo baseado no medo de perderem espaço para novos profissionais e de que teriam menos locais para trabalhar, pois se sabe que vários médicos possuem empregos diferentes. A população precisa ser favorecida com bons profissionais, aqueles que se preocupem mais com a competência e dedicação ao que precisa e menos com seus vencimentos. Luís Corradini Faleiros é leitor do Comércio da Franca

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