A Avenida Francisco Paula Quintanilha Ribeiro, via de acesso ao Poliesportivo, estava quase intransitável. Carros e mais carros procuravam um local seguro para estacionar. Além do próprio recinto, terrenos baldios, canteiros e até o “esqueleto” foram usados como estacionamento.
Na entrada para a área da festa, mais aglomeração. Devido aos diversos portões de acesso, quem chegava não sabia ao certo por onde entrar e, para piorar, as informações dos seguranças eram desencontradas.
Às 22 horas, no portão do Bloco Se Liga, a fila avançava mais de 100 metros e a espera era de, em média, 15 minutos. Na seqüência, havia revista e a entrega das pulseiras vips.
Um longo corredor levava os foliões até a área de 2 mil metros quadrados de frente ao palco da cantora. Nas duas extremidades laterais, foram montados os bares para servir o público. De acordo com Rodrigo Henrique, executivo de Contas Premium do Comércio da Franca e um dos responsáveis pela organização do bloco, 70 garçons e garçonetes (35 de cada lado) ficaram encarregados da distribuição de cerveja (Skol e Bohemia), refrigerante e água, enquanto 70 homens fizeram a segurança. “O bar funcionou das 22 até as 4 horas e servimos a maior parte das 600 caixas de cerveja, as 3,6 mil garrafas de água e 1,6 mil litros de refrigerantes”.
Enquanto o show da musa baiana não começava, a banda Frisson, de cima de um trio-elétrico parado no meio da “pipoca”, ficou encarregada de agitar o público. Após a apresentação de Ivete quem comandou a festa foi a banda Água na Boca, de Ribeirão Preto. Durante o show, quem olhava do alto via um mar de foliões (4 mil só no Bloco Se Liga), com seus abadás azuis, dançando ao som da Bahia.
PROMOÇÃO
O estudante Alessandro Fernando Diniz Júnior, 16, de Capetinga (MG), e o professor Samoel Santos Silva, 25, morador no Parque Dom Pedro em Franca, tiveram uma noite inesquecível. Além de curtirem o show com tudo pago no Camarote Se Liga, eles também conheceram de perto a musa Ivete e puderam levar para casa uma foto com o furacão. “Ela é linda, maravilhosa”, elogiaram.
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