Lixo em mais de meio km no City Petrópolis


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Analisando os acontecimentos no governo de Sidnei Rocha posso perceber que em áreas onde não restou ninguém com conhecimento, os trabalhos não andam a contento. Exemplo maior é o cuidado com os aterros desativados, que sequer são vistoriados. Eu, por curiosidade andei pelos dois aterros desativados (industrial e doméstico) e vi que não há nenhuma ação de conservação e manutenção, que devem ser permanentes, para que não ocorram desastres ecológicos. O mais perigoso é o aterro de lixo doméstico que ainda não teve seu tanque de acumulação de chorume reformado, que pode se romper a qualquer momento e já deve estar infiltrando há muito tempo, pois a lona está furada e sem manutenção. O aterro de lixo industrial não tem os poços de monitoramento, o que dificulta saber se a contaminação está paralisada. Tem ainda o aterro de resíduos inertes, menos perigoso, mas que exige uma ação contínua e uma rápida utilização da área, para que não se torne novamente lixão a céu aberto. Há muito tempo foi aprovada uma obra de encerramento para o aterro de lixo doméstico, com projeto complexo e verba do Fehidro, que não se levou adiante. Até quando? Vão esperar que a ação tempo produza danos para depois remediar? Aí será tarde demais. Elson Daniel Guilherme é leitor do Comércio da Franca

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