Sou paraplégico e mês passado também tive meu pedido negado pelo INSS. O Instituto, por ora, quer me encaminhar para reabilitação profissional. Meu caso é muito parecido com o de Carlos (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=22482). Como ele, preciso de fisioterapia e não tenho controle sobre minhas necessidades fisiológicas. A única diferença é que estou assim em virtude de um acidente automobilístico. Na última perícia o médico nem ao menos me questionou sobre minhas dificuldades. Sem dizer mais do que meia dúzia de palavras, indeferiu meu pedido mesmo vendo que estou numa cadeira de rodas e com as pernas totalmente atrofiadas. É difícil precisar, ter o direito e não ser atendido!
Adriano Modesto de Souza
é leitor do Comércio da Franca
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