Chuva aumenta número de acidentes nas ruas da cidade


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Populares observam Perua Kombi que não conseguiu fazer curva e foi parar no meio de pasto no Jardim Paulistano: por pouco, veículo não caiu em ribanceira na divisa com o Jardim Brasilândia
Populares observam Perua Kombi que não conseguiu fazer curva e foi parar no meio de pasto no Jardim Paulistano: por pouco, veículo não caiu em ribanceira na divisa com o Jardim Brasilândia
Chuva constante, água na pista, asfalto escorregadio. O mau tempo, aliado à pressa dos motoristas resultou numa série de acidentes ontem nas ruas da cidade. Durante o dia, os bombeiros foram chamados para atender a sete ocorrências com vítima na área urbana. A sorte evitou que os envolvidos se machucassem com gravidade, mas os estragos foram grandes. Na tarde de ontem, o motorista de uma Kombi passava pela Rua Antônio Berdu Garcia, Jardim Paulistano, quando perdeu os freios num trecho de descida acentuada. Descontrolado, o veículo não conseguiu fazer a curva e se projetou sobre um muro que protege a pista de uma ribanceira. “Até parecia um skate. A Kombi foi deslizando sobre os tijolos e só parou a uns dez metros, depois de bater em outra proteção de concreto, já no meio do pasto”, contou o passageiro do veículo, que não quis se identificar. A Kombi quebrou as rodas e teve a parte frontal danificada. Foi por pouco que os ocupantes escaparam para contar a história. Dois metros adiante do local em que o veículo parou começa uma ribanceira com cerca de 20 metros de profundidade, que divide os Jardins Paulistano e Brasilândia. “Quase caíram no fundo de um buracão. Deram muita sorte. Foi por Deus mesmo. Se caíssem lá, poderiam ter se machucado com gravidade ou até mesmo morrido”, disse o cabo Grimaldo. Quase que no mesmo horário, um motoqueiro bateu na traseira de um caminhão na Avenida Presidente Vargas, cruzamento com a Rua Osvaldo Cruz. Foi jogado no chão e quebrou o pulso. “Nestes dias de chuva, é preciso redobrar as atenções. A pista fica bastante escorregadia por causa da sujeira e do acúmulo de água. Os motoristas se esquecem disto e não reduzem a velocidade, o que acaba ocasionando estes acidentes”, finalizou Grimaldo.

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