Uma esmola, pelo amor de Deus!


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Neste final de semana pude constatar a presença de mendigos no centro de Franca, jogados nas calçadas perto de farmácias e lotéricas, ou em frente às agências bancárias pedindo uma moedinha. A esmagadora maioria dessas pessoas aproveita do espírito solidário e da compaixão típica de todos nós brasileiros. Usam seus defeitos físicos ou doenças, muitas delas simples de se resolver através do sistema de saúde pública, para impressionar e conseguir dinheiro fácil. Aproveita-se a gravidez ou o que é pior, de filhos pequenos, para pedir esmolas pelas ruas. Outros fazem caras e expressões sofridas, de maltratados, para tocar os corações e bolsos dos transeuntes. Cabe boa parcela de culpa a nós, que movidos pela dó ou, simplesmente, para nos desfazermos rapidamente do incômodo, achamos logo um ‘troco’, satisfazemos nossa consciência e ainda nos livramos daquilo que achamos seja um problema. Cabe culpa também às autoridades, e não apenas municipais, já que a mendicância tal qual é praticada conta em muito com a complacência das autoridades. Muitos hão de argumentar que estas pessoas pedem porque não lhes resta alternativas. Sinceramente não acredito nisto como verdade total e absoluta. Basta ver as pessoas que pedem para rapidamente entender que fazem isso porque acreditam que esta é a maneira mais fácil de garantir ‘algum’ ao final do dia. Quem quer realmente ajudar oferece abrigo, comida, emprego, remédio, assistência médica e hospitalar, assistência psicológica e espiritual. Acontece que isso dá trabalho, é dispendioso, demanda tempo, disposição e alguns sacrifícios pessoais que nosso egoísmo e individualismo não permitem. Dar esmolas é fácil, o difícil é dar atenção, respeito e condição digna para que o mendigo saia da rua e se torne um cidadão, se torne gente. Outra desculpa muito usada é o de dizermos que ‘bom, eu dei o dinheiro, o que a pessoa vai fazer com ele não é problema meu’. Ledo engano, o que as pessoas vão fazer com este dinheiro é sim, problema de cada um de nós. Esta atividade vem aumentando a olhos vistos em Franca, muito mais agora em função do final do ano. Algo tem que ser feito em contrário, quando nada, para dificultar a prática e não consolidar para a cidade, a condição de Meca da mendicância regional. O problema afeta a cada um de nós em particular e a nossa primeira providência deve ser no sentido de não alimentarmos tal prática, ou seja, não darmos nossa contribuição para que a mendicância aumente. Pode, às vezes, ser até incômodo mas dizer ‘não’ seria nossa principal colaboração. ABRA O CARRO COM O CELULAR Dica importante. Se você fechou o carro e deixou as chaves dentro dele e se as portas trancam e destrancam com o acionador eletromagnético, não se desespere: ligue, pelo seu celular, para a pessoa que tenha a cópia da chave do seu carro, geralmente alguém da família na sua casa, onde guarda a chave-reserva. Segure o seu celular à distância de um palmo do seu carro e peça para a pessoa que está com a cópia da chave, pressionar, no acionador, o botãozinho de abrir a porta e que o mantenha acionado junto ao microfone do telefone. Pronto. As portas do seu carro se abrirão. Milagre? Não, é Física mesmo! É apenas transmissão de ondas eletromagnéticas. POSITIVO A Prefeitura de Franca confirma a instalação do sistema de proteção sobre a extensão de todo o muro em volta do Cemitério da Saudade, no sentido de melhorar a segurança e o visual para a visitação nas vésperas e no Dia de Finados. Espirais metálicas serão colocados numa extensão de um quilômetro na tentativa de dificultar a ação de vândalos. A Guarda Civil também promete realizar rondas constantes no interior dos cemitérios da Saudade e Santo Agostinho. É preciso rigor. A coisa anda feia. NEGATIVO Mesmo com toda a informação disponível hoje, muitas pessoas em Franca ainda caem em golpes criados na época de seus avós. São atrativas propostas de lucro fácil que levam as vítimas a perderem suas economias. As pessoas caem nas mesmas conversas de sempre. E os criminosos são muito criativos para renovar os golpes. Em quase todos os esquemas, a mecânica do estelionatário é atrair as vítimas com ofertas de dinheiro fácil. Em troca, querem uma comissão, uma parte na vantagem, um favor. Levam as vítimas no papo e as convencem a entregar dinheiro. Depois somem. A melhor prevenção é deixar de ser ganancioso. ADÃO E EVA Um alemão, um francês, um inglês e um brasileiro apreciam um quadro de Adão e Eva no Paraíso. O alemão comenta: “Olhem que perfeição de corpos: ela, esbelta e espigada; ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados... Devem ser alemães”. Imediatamente, o francês contesta: “Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras... Ela, tão feminina... Ele, tão masculino... Sabem que em breve chegará a tentação... Devem ser franceses”. Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta: “Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto, só podem ser ingleses”. Depois de alguns segundos de contemplação silenciosa, o brasileiro declara: “Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa e só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam, estão pensando em sacanagem e ainda acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser brasileiros”.

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