A Câmara aprovou na sessão de ontem a celebração de convênio entre a Prefeitura e a Infacape (Instituição Família Cavalheiro Petráglia) para a implantação de um conjunto habitacional com 348 apartamentos nas proximidades do novo campus da Unesp, no Jardim Petráglia. Com a negociação, o município levantará R$ 1,5 milhão para a construção de outras 800 moradias populares, em local ainda indefinido. Todos os imóveis deverão ser entregues até o final de 2008.
Os 348 imóveis serão construídos em espaço pertencente à Infacape, com recursos da Caixa Econômica Federal e com apoio logístico da Prohab (Habitação Popular de Franca) e infra-estrutural da Prefeitura. No restante da área, a Infacape fará um loteamento. Pelo suporte oferecido, a Prefeitura receberá R$ 1,5 milhão. “Com esse dinheiro, será possível adquirir um espaço na periferia para erguer outras 800 moradias para pessoas carentes”, disse o presidente da Prohab, Wanderlei Tristão.
Também passou pelos vereadores o projeto de lei de autoria do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) para a criação de uma nova bandeira para Franca. O tema até que chegou a gerar alguns questionamentos, principalmente dos vereadores da oposição e de Marcelo Mambrini (PMN), que sugeriu a compra e distribuição da nova bandeira por parte da Prefeitura.
No outro projeto polêmico da noite, a gratuidade para guardas civis municipais e integrantes da Defesa Civil em eventos realizados em próprios do município, respondeu por boa parte das discussões. Os vereadores ficaram em posição desconfortável. Ou se queimavam com os mais de 80 virtuais beneficiados ou liberavam para mais uma categoria a entrada “na faixa”. A solução encontrada foi adiar a matéria por uma sessão, a pedido de Valter Gomes (PSB).
NA PROMOTORIA
O presidente da Câmara, Joaquim Pereira Ribeiro (PSB), comparecerá, às 14 horas de hoje, no Ministério Público para uma audiência com o promotor de Justiça Paulo Borges. O assunto em pauta deverá ser os pagamentos de horas extras a funcionários que exercem cargo de direção e chefia. “Conheço a autonomia que tenho enquanto presidente da Câmara em relação a esse assunto e estou tranquilo, pois gasto menos de 1% do orçamento com horas extras. Mas faço questão de atender ao convite do promotor”, disse.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.