Trânsito que mata


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O Comércio tem tido enorme e louvável preocupação com o trânsito local. Artigos e reportagens têm feito ver aos responsáveis o caos em que nos encontramos. Via de regra, educação e civilidade devem partir de cada indivíduo. Vêem-se barbaridades a todo momento: pessoas dirigindo e falando ao celular, motos e carros não respeitando o sinal vermelho, bicicletas à noite na contramão, motos em alta velocidade. É cada vez mais perigoso o desafio de atravessar uma rua, mesmo que seja pela faixa de pedestre. A verdade é que alguns só conseguem viver se houver alguém vigiando seus passos; ou o patrão, ou o policial, ou o sistema de vigilância. Agem como o grande cavalo vencedor que só consegue chegar ao fim da corrida se tiver um cavaleiro comandando sua trajetória. Porque não se aplicam mais multas? A prefeitura poderia arrecadar quantias vultosas aplicando-as. Os que estão dentro da lei nunca serão apenados. Franca está tão bonita, moderna, bem sinalizada, mas o trânsito a torna verdadeiro mundo cão. José Maria de Arruda Paes é leitor do Comércio da Franca

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