Pelo menos é o que acham centenas de condutores de veículos de Franca. Dirigindo ignorando os demais à sua volta comportam-se como se estivessem em rua de propriedade particular. São potenciais causadores de acidentes e as autoridades locais, omissas, colaboram para o caos no trânsito. Se o prefeito não toma uma atitude enérgica cabível, o Ministério Público não pode fazer a vez? A situação chega a ponto de calamidade pública!
Marcelo Zwarg
é leitor do Comércio da Franca
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As rotatórias existentes em Franca, durante o período de maior fluxo de trânsito, são aventura de alto risco para quem transite nelas. A imprudência dos motoristas, a precária sinalização, o excesso de velocidade, a inconseqüência e transgressão das leis de trânsito praticadas por motociclistas, e principalmente, a ausência de policiamento preventivo nestes locais contribuem para o aumento de acidentes com vítimas. Sugiro a presença da PM durante os horários de pico, orientando, prevenindo e punindo os infratores. Causa indignação e insegurança a omissão e ausência de policionamento nas rotatórias, verdadeiras roletas russas.
Luís Eduardo (Duda)
é dentista e integra o Conselho de Leitores do Comércio
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Para se ter fiscalização por radares eficiente, antes de mais nada a cidade precisa melhorar sua sinalização de trânsito. Em todo o interior de São Paulo não existe cidade mais esburacada que Franca. Pode pesquisar. Não há avenidas como a Hélio Palermo, sem proteção ou defensas; qualquer escorregão na pista joga veículo e condutor no córrego. Isso é inadmissível e ninguém faz nada. A cidade não tem plano de evasão quanto a enchentes. Nas enxurradas das chuvas do início deste ano, presenciei um policial que obstruía a passagem sobre o pontilhão da Avenida Ismael Alonso Y Alonso, desviando o trânsito para a própria avenida que estava alagada. Em pouco tempo, tínhamos um grande congestionamento. Nosso trânsito é lento também por causa de semáforos desregulados e em contrafluxo. Apenas multas não vão resolver porque a maioria dos problemas é estrutural.
Homero G. Duenas
é leitor do Comércio da Franca
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