Histórias de quem participa


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O estudante citado está no caminho certo (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=22159). Buscar certificação como “Buscapé” e “E-bit” é o caminho que leva uma loja virtual a dar certo. Mas, sem querer desanimá-lo, você está amarrado à Omni. E se a empresa tiver problemas, não cumprir os compromissos, prestar mal atendimento quanto às entregas ou assistência em casos de produtos com defeito? Serão o seu nome e o de sua loja que irão para a lama. Por outro, se der certo e você quiser alçar vôo solo e se desligar da empresa? O nome da loja lhe pertence? O que pode gerar uma quebra de contrato? Essas são coisas que não são ditas. É um negócio de risco sim e pessoas simples que entram no negócio nem imaginam como funciona uma loja virtual. Estão fadadas a perderem seus investimentos. Ganhar dinheiro é possível mas perdê-lo também é e isso, a Omni não diz a seus pretendentes à associados. Sinceramente, se eu quiser optar por um investimento de risco, prefiro a Bolsa de Valores. Pelo menos lá as coisas são mais transparentes do que na Omni. Taís Cristina é leitora do Comércio da Franca

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