Mais um aumento vem por ai. Depois do pão, o próximo reajuste será no botijão de gás. Encontrado no valor médio de R$ 32, o gás de cozinha sofrerá uma alta que pode chegar a 9,5% e atingir os R$ 35. O repasse deve ocorrer até novembro.
Proprietários de distribuidoras e depósitos de gás na cidade disseram que já pagam mais pelo produto há pelo menos duas semanas e não têm como segurar por mais tempo o repasse. O último reajuste ocorreu no ano passado. “Estou com estoque novo e paguei a mais pelo gás. Tudo está mais caro”, disse Luiz Amaral, dono de distribuidora na cidade.
Os gastos com despesas, o que inclui dissídio coletivo e décimo terceiro salário para os funcionários e combustível gasto na distribuição, seriam as principais justificativas para o aumento. “Havia uma defasagem de preço, que tentará ser corrigida com o reajuste”, explicou José Carlos Moraes Júnior. “Trabalho direto com o consumidor final e sei como um aumento é recebido. Todo mundo reclama, mas como gás é produto de primeira necessidade, ninguém ficam sem”.
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