Demanda provoca aumento no emprego


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Com mais obras em campo, mais vagas de trabalho. O presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Franca, Júlio César Chiade, diz que o crescimento do emprego acompanha o desenvolvimento do setor e já chegou aos 25%. “Creio que a construção civil deve ter gerado, este ano, algo em torno de 200 a 300 empregos. Estes números são individuais. Lógico, este emprego vai manter pelo menos mais três pessoas. É expressivo sim, tanto o aumento de obras quanto de mão-de-obra”, diz. Dados do Ministério do Trabalho, no entanto, não apontam crescimento tão grande. De acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a variação de emprego no setor em 2007 foi de apenas 2,64%, com um saldo positivo (admissões menos demissões) de 32 vagas. O número é bem abaixo do registrado no mesmo período de 2006, quando o saldo foi de 148 vagas, ou um acréscimo de 13,82% na massa de trabalhadores. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cada trabalhador da construção civil recebe, em média, cerca de R$ 500. Uma das justificativas para a diferença de números é o já conhecido trabalho informal, bastante presente no setor. “Um dos motivos é a informalidade. Eu também tenho notado o crescimento no número de construções. Este é um setor em que atuamos bastante por causa da informalidade”, diz o subdelegado do Ministério do Trabalho em Franca, Jamil José Leonardi.

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