A conclusão da história está se desenhando da forma mais desagradável, aquela que a maioria de nós não desejava. É incrível como a opção de julgar uma causa coletiva é preterida em favor do julgamento de uma imensidão de ações, que terão de lidar com a morosidade da Justiça, e com o mesmo objetivo (cumprimento da liberação do saque de até R$ 2,6 mil para cidadãos de uma cidade que teve reconhecido estado de calamidade pública). Repete-se o que é histórico: a Caixa ganha pelo cansaço e pela burocracia, contra o povo. Novamente, a lei do mais forte (poder econômico) se abate sobre o povo, parte mais fraca na questão. Acho que devemos continuar indo à luta, apesar dos pesares.
Mauro Balmant
é leitor do Comércio da Franca
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O deputado estadual Marco Aurélio Ubiali está fazendo alguma coisa como nosso representante no Congresso, sobre os nossos direitos em liberar parte do FGTS? Durante a campanha, para ser eleito, apresentou-se dizendo que seria o representante de Franca. Estamos para ser lesados agora, quanto à recuperação dos prejuízos que sofremos na ocasião da calamidade que se abateu sobre a cidade em janeiro último. Será que podemos esperar alguma atitude dele?
Luís Antônio da Silva
é leitor do Comércio da Franca
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