Donos garantem: tratamentos funcionam


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Susi, 3, uma cachorra pinscher, fica mais alegre pelo menos em quatro momentos do dia. Por incrível que pareça, é na hora que tem de tomar remédio para curar problemas respiratórios. A médica dela receitou homeopatia e o dono, o técnico de telecomunicação aposentado João Bambil, 73, decidiu manipular em glóbulos. A decisão facilitou a administração do medicamento. “A Susi adora as bolinhas. Coloco três unidades nas mãos, ela vem, lambe e até mastiga”, disse. Antes dessa opção, a cachorra tinha se tratado com injeções. Com a mudança, o proprietário percebeu melhora na saúde dela. O tratamento durará 30 dias. “Já sou fã de homeopatia e vi que funciona para os bichos também”, disse ele, que já usou homeopáticos. A outra cachorra dele, a poodle Belinha, 3, teve problemas de fígado e também tomou homeopatia. “Foi bom”. A empresária Roseli Mecocci experimentou cuidados diferentes com seu pinscher, o Costelinha, 12. O animal sofria de problemas na coluna. “Ele gritava de tanta dor. Demorou, mas descobrimos que tinha hérnia”. Além da alopatia, o veterinário Daniel Honsho fez acupuntura em Costelinha e indicou um fitoterápico importado da China. “Comprávamos o remédio em São Paulo. Não era barato, mas gastei menos com o fitoterápico que com os remédios comuns”. O investimento compensou. “Meu cachorro saiu da crise e há quase dois anos não sofre mais. É outro cachorro. Tem mais vitalidade”, disse.

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