Postulantes pregam defesa de valores cristãos


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O intenção de chegar à Câmara, de acordo com os candidatos, é defender as posturas pregadas pelas igrejas, fazer seus fiéis representados na “Casa do Povo” e, dentro do possível, beneficiá-los. “Como proposta de trabalho, a gente vai trabalhar em favor da família evangélica. Bolsa de estudo, moradia, emprego. Se você tem condição de fazer alguma coisa e direcionar para a igreja evangélica, por que não fazer?”, diz Otávio Pinheiro (PTB). Entre as ações estão a manutenção de dogmas defendidos pelos religiosos em temas como aborto e homossexualismo. “Eu acho que, acima de tudo, temos de dar preferência à moral e à ética. Hoje, por exemplo, a comunidade evangélica tem que estar representada no sentido de resguardar estes valores, que estão se perdendo”. Edson Gudin também aposta nos valores da igreja como grande bandeira de campanha. Tanto que as propostas que levará para o plenário da Câmara, caso seja eleito, serão definidas pela igreja. “Vou me reunir com todos pastores, cada um vai fazer uma proposta e o conselho vai decidir as melhores. Vou representar a igreja”, afirma.

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