Teixeira escapou da demissão


| Tempo de leitura: 1 min
Os escândalos e denúncias em torno de Wilson Teixeira parecem não ter fim. No último dia 3, ele foi suspenso por 20 dias pelo prefeito por sua participação no “Escândalo do Bagres”. Saiu barato, pois a Divisão de Auditoria Interna havia indicado sua demissão. Rocha entendeu que Teixeira foi incompetente e não corrupto. Foi a primeira vez que o tucano não seguiu uma recomendação dos auditores. Já a versão nos corredores é diferente. Rocha, tido como homem público de decisões duras, teria amolecido e ficado com pena de seu ex-secretário. Teixeira tem quase 30 anos como servidor e se aposenta em janeiro. Por isso, o tucano teria dado uma “colher-de-chá” ao amigo. “Ele procurou o Sidnei chorando e pediu para não ser mandado embora, porque tinha família e estava quebrado”, disse uma fonte. Rocha teria dito a Teixeira que havia outras denúncias graves contra ele que estariam para explodir e que não teria como “segurar a situação” mais uma vez. Segundo a fonte, o caso é o que o Comércio divulga hoje. O ESCÂNDALO Na primeira sindicância, Teixeira foi apontado como uma das peças centrais de uma fraude que envolveria seu subordinado na Prefeitura, o engenheiro Marco Franceschi, o ex-presidente da Comissão de Licitações da Prefeitura, Caetano Perobelli, a dona da Betontest Engenharia, Taísa Franceschi, o dono da FFC Engenharia, José Eduardo Corrêa, e o engenheiro Virgínio dos Reis. O objetivo do grupo seria, de acordo com o Ministério Público, desviar R$ 1,2 milhão das obras de alargamento e aprofundamento do leito do Córrego dos Bagres. A trama, porém, foi descoberta ainda na fase de licitação do projeto técnico da obra. O caso segue em trâmite na Justiça.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários