Trânsito de Franca mata mais um


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Sou paulistano, nascido e criado na metrópole. Gosto muito da cidade de Franca e dos francanos por serem educados, mas quem dirige aqui integra uma cambada de motoristas navalhas (sic). Marcos Braga é leitor do Comércio da Franca ***** O despreparo é fruto do descaso. A cidade cresce e o fluxo de veículos aumenta na mesma proporção em que o temor passa a fazer parte da vida dos que trafegam pelas ruas e avenidas francanas. Não seria exagero classificar o trânsito de Franca como catastrófico; meia dúzia de vítimas em um fim de semana é terrível! Os veículos que circulam na cidade estão em boas mãos? Os motoristas de Franca (salvo exceções) estão preparados para dirigir de maneira no mínimo prudente e organizada? É evidente que não! É necessária uma reformulação dos critérios de avaliação de aptidão ao volante (e ao retrovisor, à seta) para o condutor francano, pois o trânsito da cidade carece de ordem que só vai acontecer quando houver compreensão ao porte do trânsito da cidade. Eduardo Borges é leitor do Comércio da Franca ***** Vejo a reportagem do Comércio falando sobre a Prefeitura não admitir a necessidade de radares pela cidade, e fico pensando: quem aí é especialista no assunto, para julgar se é necessário? Há coisas mais gritantes de errado no trânsito e vocês não falam! Há semáforos regulados com tempos iguais tanto para uma avenida quanto para uma rua que a cruza, de baixo movimento, e que, na maioria dos casos, nem seriam necessários. Quanto a isso, vocês não cutucam (sic) a Prefeitura. Quanto ao que é difícil avaliar, vocês fazem afirmações num ar de que possuem algum especialista aí, além de um belo estudo sobre a necessidade de radares! Marcelo é leitor do Comércio da Franca ***** NOTA DA REDAÇÃO — O Comércio da Franca baseia suas reportagens sobre fiscalização eletrônica nos índices oficiais de acidentes com vítimas fatais registrados quando a cidade tinha equipamentos do gênero instalados e ocorrências do tipo em igual período de tempo, sem os aparelhos. Os especialistas, sempre entrevistados pelo Comércio, não são a única fonte de informação. Os números de prejuízo à vida falam alto sobre a urgente necessidade de reinstalação dos equipamentos.

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