A primeira derrota do Unimed/Franca no Campeonato Paulista, sofrida domingo, no Póli, para o time de São José dos Campos, parece ter atraído maus fluídos ao clube. Ontem, antes do início das atividades com bola, o técnico Hélio Rubens Garcia reuniu os atletas e em uma breve conversa, demonstrou ao elenco os pontos falhos na atuação do time na última partida.
Além de Alfredo e Fransérgio, que estão contundidos, o pivô William Drudi sofreu um trauma no punho direito durante a partida e não treinou. O preparador Fúlvio Ventura realizou um treinamento separado com o jogador, que fez tratamento com gelo no local da contusão.
Já o pivô Wendell Gibson, que chegou atrasado ao treino, isolou-se no banco de reservas e chorou copiosamente. O atleta, que segundo os companheiros de equipe é muito reservado, não revelou os motivos que causaram o seu desequilíbrio emocional. "Ele deve estar magoado porque ainda não saiu a liberação para que possa jogar. Além disso, é complicado morar em um lugar desconhecido, sem saber falar o idioma local e ficar longe da família e da namorada", palpitou o ala Alfredo. A diretoria não esclareceu os motivos do choro, mas um diretor alegou que ele está deprimido em razão da distância de casa.
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Quando tudo parecia voltar à normalidade, o treinador francano realizou uma atividade em meia quadra para aprimorar o sistema defensivo. Foi um desastre, pois aí aconteceu o maior susto da tarde. O pivô Rafael Mineiro chocou-se com o ala Marcelo. Os dois jogadores literalmente "bateram as cabeças".
Mineiro levou a pior e caiu desmaiado na quadra, assustando os companheiros. Instantes depois, os atletas se recuperaram sem maiores problemas. Para evitar maiores problemas, Hélio Rubens encerrou o treinamento 30 minutos antes do previsto.
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