Claro que os portadores de deficiências precisam de apoio básico, a exemplo de meios de se locomoverem para terem vida mais produtiva. Mas, além disso, precisam de ser inseridos no mercado de trabalho, integrando-se à sociedade e sentindo-se úteis. Peço aos empresários para observarem se têm deficientes em seus quadros funcionais. Façam a Lei de Cotas sair do papel pois competência não se mede por facilidade ou dificuldade de ver, locomover ou falar.
Mara Melo
é leitora do Comércio da Franca
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