Lex Luthor


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Um show de música, dança e criatividade é o que promete a banda Lex Luthor, de Divinópolis (MG), que anima a festa do prêmio Top of Mind, hoje à noite no Castelinho. Somando 15 artistas no palco - vocalistas, dançarinos e músicos -, 15 produtores e 15 toneladas de equipamentos, a banda é um exemplo de sucesso e superação de músicos que trabalham na noite. Banda mineira mas de repercussão nacional - com shows freqüentes nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo -, apresentando show de alto nível profissional e diversificado, o repertório faz releituras das músicas mais famosas do cenário nacional, internacional sem deixar de tocar os clássicos do passado. O fundador e vocalista da Lex Luthor, Sávio Fernatti, conta que a banda nasceu de um incômodo pessoal. “Eu cantava em outra banda mas o vocalista era muito bom e não tinha espaço para mim. Aí eu resolvi montar a minha banda. Hoje esse vocalista trabalha para mim”. Com a característica de ser um grupo dançante, Fernatti lembra que no início da carreira teve que enfrentar muitas dificuldades. A criatividade para inovar foi o diferencial para crescer. “Inovamos com equipamentos e cantando música dance ao vivo, que era o que fazia sucesso na época. Depois o cenário musical se modificou e tivemos que nos adaptar à realidade da época. E assim seguimos até o Lex Luthor virar uma banda de baile”. Outra marca característica da banda é o visual. “Nós exploramos bastante as coreografias e figurinos. O grupo tem um gasto muito alto com cenário, arranjos musicais e com a aparência da banda, tudo para que fique bem descontraído, animado e dançante”, explica o vocalista. O formato das apresentações é de acordo com o público a que ela se destina. “Fazemos desde festas de 15 anos até bailes de carnaval. Somos uma banda completa, tocamos todos os estilos”, ressalta. Todos os 15 integrantes da banda se dedicam em tempo integral à música e à dança. Para Fernatti, o segredo do sucesso é a determinação. “Trabalhar com música é desgastante. São muitas pessoas envolvidas, é preciso amar a profissão e ter responsabilidade como em qualquer outro trabalho. Também é preciso ter muita criatividade porque a concorrência é forte e o mercado muda demais, tem que estar sempre se atualizando”.

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