O calor que atormenta os francanos há mais de uma semana também tem o seu lado positivo, principalmente para o bolso do consumidor. Com as altas temperaturas, o preço dos hortifrutigranjeiros, que sofrem com a baixa produtividade no inverno, começa a apresentar queda.
A redução é observada pelo gerente operacional da Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo) de Franca, Giovani Dominici, que coordena dois varejões semanais dentro da unidade. Segundo ele, no calor fica mais fácil os frutos se desenvolverem, o que aumenta a produção.
Com mais oferta, menor o preço. Na época de baixas temperaturas, como é o caso dos meses de maio, junho e julho, o processo é inverso e muitos produtos chegam a faltar nas bancas. “Um bom exemplo é a vagem. No frio, a caixa custou quase R$ 50, mas, com o clima mais quente, ela custa R$ 20”.
Além da vagem, o gerente do Ceagesp verificou redução de preço no quilo da abobrinha, do pepino e do jiló. “Enquanto as temperaturas continuarem altas, as donas de casa perceberão a queda na hora de fazer a feira”.
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